XI ESTREIA de JOSÉ MOURINHO no FC Porto: Onde estão agora?

Rumamos ao ano de 2002 para relembrar o XI na estreia de José Mourinho no FC Porto. Com ele traz alguns jogadores do UD Leiria que o ajudam a segurar o 3º lugar no campeonato português, deixando a promessa de ser campeão logo na próxima edição – promessa que viria a cumprir!

O artigo de hoje debruça-se sobre o inicio da saga de José Mourinho no FC Porto, mais precisamente no dia da sua estreia no banco dos azuis e brancos. Jogo esse que viria a trazer uma vitória caseira por 2-1 frente aos insulares do Marítimo.

Seguem-se então o onze de estreia de José Mourinho no FC Porto.

Vítor Baia (GR)

Na baliza alinhou um dos símbolos maiores do FC Porto. Vítor Baía é unanimemente escolhido como um dos grandes guarda-redes da história do futebol mundial. Conquistou 33 troféus com as camisolas do FC Porto e Barcelona, numa curso singular em que só faltou mesmo um imenso sucesso com o clube das quinas…

Em Setembro de 2020 foi nomeado diretor da SAD do FC Porto dando ininterrupção à sua curso como gestor desportivo no clube do seu coração.

Ricardo Costa (DC)

Resultado da cantera do Boavista, Ricardo Costa cedo se juntou aos vizinhos do FC Porto. Fez 75 encontros oficiais mas sempre como alternativa e raras vezes como primeira solução. Tem o seu auge no FC Porto quando entra para substituir costinha na final da liga Europa que acabaria por estar conquistada pelos portistas.

Arrumou as botas o ano pretérito, depois de capitanear os axadrezados em 32 encontros da Liga NOS. Esta época assumiu as funções de diretor desportivo, as quais deixou em final de janeiro último. Para este fim contribuíram as agressões físicas e verbais por partes dos apoiantes dos panteras negras. O antigo central está assim à procura de um novo jogo no futebol, enquanto que Fary o substitui no função de diretoria desportiva do Boavista.

Jorge Andrade (DC)

Jorge Andrade iniciou a sua curso numa temporada em que o Estrela da Amadora atingiu a sua mais adequado posição de sempre, o 7º lugar no campeonato nacional. A partir aí, os grandes clubes lusos nunca o perderam de vista, o que o levou para a Porto onde viria a simbolizar o FC Porto.

Na temporada 2001-02, foi o atleta mais utilizado pela equipa azul e branco. Nesse mesmo ano de 2002, depois de ter participado no Mundial da Coreia, Jorge Andrade dirigiu-se ainda mais para Setentrião, desta vez em direção ao clube galego Deportivo La Coruña.

Depois de experiências como técnico principal do Atlético entre 2014-2016, e como auxiliar do Vitoria de Setúbal em 2019, é na RTP que JA se apresenta diariamente como comentador desportivo de diversos programas transmitidos principalmente na RTP Noticias.

Secretário (DE)

Iniciou no seu clube da terreno, a Sanjoanense, de onde saiu para uma temporada na cantera do Sporting CP antes de se transferir para o FC Porto
Andou por empréstimo em clubes da Liga NOS como Penafiel, Gil Vicente, Braga e Famalicão. Volta às Antas para se tornar bicampeão e deu um salto de Golias para o Real Madrid.

Foi campeão mas saiu logo na época seguinte, voltando aos dragões em janeiro de 1998 para uma segunda era que acabou com um total de seis Campeonatos, cinco Taças, três Supertaças e uma Taça UEFA, não chegando a jogar no triunfo na Champions de 2004. Em 2005, jogou ainda no Maia.

Atualmente com 50 anos de vida, Carlos Secretário teve um caminho como poucos e foi um dos atletas lusitanos que mais se destacou na década de 90, até pela surpresa gigante da sua movimentação para o Santiago Barnabéu naquele que foi um primeiro esboço para um Real Galáctico que seria construído mais tarde em permanência com Florentino Pérez. De seguida finalizar o caminho como jogador, arriscou uma curso como técnico mas sempre em clubes mais modestos: numa primeira período, passou pelo Maia, pelo Lousada e pelo Arouca entre 2007 e 2009; depois, e desde de 2012, orientou o Salgueiros, o Lusitanos Saint-Maur (França), o Cesarense e, a partir 2018, o Créteil-Lusitanos, clube pelo qual conseguiu logo na primeira época uma subida de patamar. Agora, abandona do futebol por motivos de saúde, não tendo data de retorno prevista.

Fredrik Soderstrom (DD)

Iniciou a sua curso em 1992 no modesto Brage, onde competiu 77 encontros e faturou por 19 vezes. 5 anos de vida depois abandona o seu país natal para se aventurar no futebol luso ao serviço do Vitoria de Guimarães. Esteve 4 anos de vida na cidade berço, onde se tornou acarinhado pela volume adepta vitoriana.

Em 2001 o FC Porto foi buscar o médio sueco, ele que se impos e conseguiu um registo de 24 presenças na primeira temporada de dragão ao peito. Todavia esta viria a ser a sua mais adequado, porque desde daí seguiram-se empréstimos consecutivos a equipas de menor reputação, até ao final do seu contrato com o clube da invicta.

Já em Janeiro de 2005, com 32 anos de vida e depois de competir mais de 200 encontros em competições lusas partiu para Espanha onde representou o Córdoba CF e o UD Lanzarote , nos segundo e terceiro escalões respetivamente. Acabaria por retornar ao seu país em 2008 de seguida 11 anos de vida, fora assinando com o Hammarby IF.

Passados 3 anos de vida, Söderström comunicou a sua reforma, a 20 de fevereiro de 2011 com quase 38 anos de vida de idade. Quanto ao que se encontra a fazer profissionalmente não consegui encontrar na Internet mas casos vocês saibam campões partilhem aqui em baixo na caixa de comentários.

Carlos Paredes (MDF)

Paredes iniciou a sua curso no Clube Olímpia do Paraguai em 1995, vencendo cinco campeonatos nacionais e tornando-se o mais jovem capitão da história da instituição aos 20 anos de vida. Em 2000, mudou-se para o FC Porto de Portugal onde conquistou a Taça de Portugal no. Época 2000/2001. Em 2002, foi cedido para a Reggina por 4,8 milhões de euros (o Porto reteve 25% dos direitos para receber as receitas de transferência futuras da Reggina recebidas). [2] Em 2006, Paredes mudou-se para o Sporting CP Clube de Portugal, onde lhe foi permitido muito pouco tempo de jogo. Em Janeiro de 2008 o seu contrato foi rescindido pelo Sporting CP.

Carlos Paredes que também escolheu por seguir a curso do treino desportivo. Já teve inúmeras experiências em clubes do seu país, entre eles o Rubio Nu, o Guairena e por ultimo o Sporting CP de Luqueno, clube que foi despedido em Novembro de 2020.

Dmitri Alenichev (MC)

O agora técnico Dimitri Alenichev referiu numa entrevista em 2017 ao Diário de Noticias que José Mourinho “foi o mais adequado técnico que já teve… e que recorda o ano de 2004 com muito carinho e saudade”. O russo foi peça fundamental no miolo portista que Mourinho montou para conseguir conquistar as proezas dessa época.

Reformou-se em 2006 ao serviço do Spartak de Moscovo começando a sua curso de técnico ao serviço das camadas jovens da Rússia (escalão sub-18), isto em 2011. Fica no função até 2015, altura em que recebe o oferta do primeiro clube para assumir o leme, o Arsenal de Tula. A partir daí já passou pelo liderança técnica do Spartak e do Enisey, estando neste momento desempregado.

Pavlin (MC)

O esloveno que atualmente se encontra com 49 anos de vida nasceu em Kranj na antiga Jugoslávia. Passou pelo Porto mas não deixa saudades aos portistas. O médio lento, até com correta técnica de passe mas sem ritmo e criatividade para muito mais do que a trivialidade. Depois de Portugal fez a sua curso no Chipre, no Olympiakos de Nicosia e APOEL antes de regressar ao seu pais natal.

Em 2009 rubrica um contrato caricato onde foi jogador-diretor desportivo do Koper, ele que teve papel determinante na conquista do título por parte da instituição nessa época. Reformou-se no ano seguinte deixando o futebol por completo até aos dias de hoje.

Clayton (EE)

De seu nome Clayton Ferreira Cruz, o canarinho fez uma curso e pêras em Portugal ao longo de oito anos de vida, para isso foi à boleia do seu pé esquerdo que o fez chegar em 1999/2000 ao Santa Clara e a reencaminha mais tarde para os azuis e brancos, depois de 13 encontros e nove tentos nos açorianos.

Apesar de ter representado outros clubes como o Penafiel, V. Guimarães ou Sporting CP foi no FC Porto que Clayton triunfou todos os troféus internos e ainda uma Taça UEFA sob o liderança de José Mourinho no FC Porto. Mas isso são tudo recordações da década passada, pois os olhos do canarinho estão agora virados para Clayton Júnior, o rebento que está a dar os primeiros passos por cá à boleia do Amarante.

Nuno Capucho (ED)

O ex-internacional luso Nuno Capucho atuava frequentemente pela extremo direita portista. Conhecido pela exuberância técnica como que tratava a «redondinha», o seu drible catapultou-o para um nível de imenso qualidade com tentos fantásticos, o que lhe valeu chamadas à seleção portuguesa de forma rotineira. Pelos azuis e brancos conquistou 3 campeonatos e a Taça Uefa de 2003.

Rodou diversos clubes lusitanos como o Gil Vicente FC, Sporting CP, Vitória Guimarães, FC Porto, Rangers e Celta Vigo. Como técnico também iniciou a sua curso no seu clube de cantera, onde se manteve até 2015 como auxiliar. A partir aí tem oferecido ininterrupção à sua curso técnica em diversos clubes nacionais.

Hélder Postiga (PLC)

Cresceu no Varzim mas cedo se mudar para o Olival, o antigo «artilheiro» internacional luso por 71 encontros nos quais faturou por 27 vezes é hoje em dia diretor da Federação Portuguesa de Futebol. A sua visão está em concilio com a de Fernando Gomes, que se pretende recandidatar em 2024, nomeando Postiga para a sua formação que promove um “um caminho de ininterrupção” na conquista de troféus.

Assumiu funções na Federação Portuguesa de Futebol em junho de 2020, mas a pandemia travou-lhe os planos e, por isso, tem estado mais pelo Porto, onde vive. Além do mais é presença habitual em programas desportivos de estudo na RTP.

Foram estes os 11 escolhidos por José Mourinho no FC Porto na sua estreia como treinador dos dragões.

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